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17 setembro 2011




Incrivelmente eu não sei explicar o que estou sentindo. Estou bem, estou mal, estou no meio-termo. O sorriso estampado em meu rosto parece que atinge as cicatrizes do meu coração desesperadamente, e fazem-me lembrar de lembranças que eu poderia esquecer. A esperança de um dia poder viver tudo alegremente está se satisfazendo, porém eu ainda sinto algo gritando dentro do meu ser, como se faltasse algo para completar a minha felicidade: Eu tenho medo do que pode ser. Tenho medo do que poderá vir daqui para frente. Minha cabeça estará erguida, os machucados formados entre meus dedos do pé por causa das inúmeras vezes que andei sobre cacos de vidros ainda estará doendo, mas eu irei sobreviver a esse mero defeito em mim, e talvez eu realmente nunca irei poder curar os problemas que atingem cada passo que eu dou. Mas o que me dá forças são minhas três valiosas qualidades: Meu sorriso, minha força de vontade, e o amor que tento ter por mim mesma.

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