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24 novembro 2011


Um chalé, uma lareira, chocolate quente deixando escapar fumaças entre o búle encima da pequena mesa de madeira que há no centro da sala. Uma cama, também de madeira, com lençois em xadrez, dando-se de frente a uma pequena janela de vidro esfumaçada pelo frio, deixando cair pequenos flocos de neve abaixo. Travesseiros, cobertores, fazendo uma trilha em direção ao sofá, tão macio, acabara ficando quente com calor de nossos corpos, jogados no abraço um do outro. Eu olhando seu sorriso ilusivo, acariciando teu rosto e toda hora lembrando-te o quanto eu te amo. Uma pequena televisão passando o nosso filme predileto, com uma foto acima, para relembrar do nosso sacrifício para lutar por amor. Um domingo aconchegantemente simples. Passar a tarde inteira assim, só os dois, só nós dois, pois eu realmente nunca gostei do singular.
A noite, segurando em tuas mãos e levando-te a um lago: Com nossos pés sob a água, e um cobertor ajudando a aquecer nossos corpos, em meio a beijos e trocas de carícias, aparece uma estrela cadente. Mas não uma qualquer, e sim aquela, tão linda e brilhante... Eu, abraçando-te, digo "Qual será o teu pedido?" Sorrindo, fala: "Espero que esse dia se repita por todos, até o final da nossa vida." Sorri. Olhei novamente para o céu, parecia que as estrelas estavam assistindo a essa cena, e aplaudindo,como se elas soubessem cada um de nossos pensamentos. Pois elas brilhavam,como o meu coração no momento. E em meio a um longo beijo, digo-te "Eu nunca deixarei você partir".

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